Tá, fiz uma coisa que não costumo fazer: Começar o texto pelo título. Mas vi essa frase em algum lugar e me veio uma ideia que precisa ser colocada em pauta.
Saia do lugar! Afinal, é o que todos nós queremos, não é mesmo? Crescer, conquistar independência, mudar... Enfim, sair do lugar! Mas o que está nesse meio termo que nos assusta tanto? (Aposto como isso deve ter alguma relação com se sentir bem depois de um pesadelo deitando do lado da mãe!)
Para começo de conversa, vou colocar aqui uma lista que encontrei em um site com as 10 fobias mais estranhas:
1) Coulrofobia – Medo de palhaços
2) Globofobia – Medo de bexigas
3) Algodãofobia – Medo de bolas de algodão
4) Medo de picles
5) Itifalofobia – Medo de ereções
6) Efebofobia – medo de adolescentes
7) Gimnofobia – Medo da nudez
8) Medo de móveis antigos
9) Neofobia – Medo de coisas novas
10) Pteronofobia – Medo de cócegas com penas
Queria tratar das nossas fobias de um modo menos clichê... Sem falar do quando podemos ganhar se arriscarmos mais, largando de mão a "bobagem" de ter medo de palhaço e bexigas e participarmos assíduamente das festas de criança da família (risos).
Pode parecer a mesma coisa, mas pra mim tem muita diferença falar do que podemos ganhar e falar do que podemos perder com certos medos. Acho muito mais preciso associar as perdas a uma atitude (no fundo foi todo mundo doutrinado a acreditar que só se dá valor quando se perde).
Partindo pro primeiro exemplo hipotético de alguém que tem medo de palhaço e bexigas, o que ele ganha indo uma festa de criança da família? Aposto que se pararmos para pensar em tudo o que ele ganharia indo a essa festa nossos pensamentos não vão além de docinhos e bolo.
Diferentemente se pensarmos no que ele perde não indo a essa festa. Além de doces e bolo, trocar sorrisos, afeto, conhecer um primo distante, fazer uma boa amizade, admirar a inocência dos menores e voltar pra casa feliz por ter se divertido com o pouco que enriquece nossa alma. E todas essas perdas por causa de um carinha que pinta o rosto atrás de uns trocados e um pedaço de látex que pode ser muito bem eliminado com um bom alfinete.
Em meio a uma lágrima, um medo extremo de mudar, de ter o novo a meus pés, beijando meu cotidiano de novas experiências me veio a ideia do quão bobo é deixar oportunidades irem embora pelo simples fato de não saber como lidar com um medo.
Então, achei melhor começarmos a sair com um bom removedor de maquiagem e um alfinete no bolso pra não perdemos o melhor de nossas vidas por alguma besteira. Palhaço e bexiga podem ter sido os exemplos mais bobos que eu tenha pensado até agora... Mas parar alguns minutos de sua vida pra pensar no que ainda nem aconteceu, se projetando e perdendo oportunidades de viver novas experiências por um medo deveria ser considerado bem mais bobo que meu exemplo.
Saia do lugar! Afinal, é o que todos nós queremos, não é mesmo? Crescer, conquistar independência, mudar... Enfim, sair do lugar! Mas o que está nesse meio termo que nos assusta tanto? (Aposto como isso deve ter alguma relação com se sentir bem depois de um pesadelo deitando do lado da mãe!)
Para começo de conversa, vou colocar aqui uma lista que encontrei em um site com as 10 fobias mais estranhas:
1) Coulrofobia – Medo de palhaços
2) Globofobia – Medo de bexigas
3) Algodãofobia – Medo de bolas de algodão
4) Medo de picles
5) Itifalofobia – Medo de ereções
6) Efebofobia – medo de adolescentes
7) Gimnofobia – Medo da nudez
8) Medo de móveis antigos
9) Neofobia – Medo de coisas novas
10) Pteronofobia – Medo de cócegas com penas
Queria tratar das nossas fobias de um modo menos clichê... Sem falar do quando podemos ganhar se arriscarmos mais, largando de mão a "bobagem" de ter medo de palhaço e bexigas e participarmos assíduamente das festas de criança da família (risos).
Pode parecer a mesma coisa, mas pra mim tem muita diferença falar do que podemos ganhar e falar do que podemos perder com certos medos. Acho muito mais preciso associar as perdas a uma atitude (no fundo foi todo mundo doutrinado a acreditar que só se dá valor quando se perde).
Partindo pro primeiro exemplo hipotético de alguém que tem medo de palhaço e bexigas, o que ele ganha indo uma festa de criança da família? Aposto que se pararmos para pensar em tudo o que ele ganharia indo a essa festa nossos pensamentos não vão além de docinhos e bolo.
Diferentemente se pensarmos no que ele perde não indo a essa festa. Além de doces e bolo, trocar sorrisos, afeto, conhecer um primo distante, fazer uma boa amizade, admirar a inocência dos menores e voltar pra casa feliz por ter se divertido com o pouco que enriquece nossa alma. E todas essas perdas por causa de um carinha que pinta o rosto atrás de uns trocados e um pedaço de látex que pode ser muito bem eliminado com um bom alfinete.
Em meio a uma lágrima, um medo extremo de mudar, de ter o novo a meus pés, beijando meu cotidiano de novas experiências me veio a ideia do quão bobo é deixar oportunidades irem embora pelo simples fato de não saber como lidar com um medo.
Então, achei melhor começarmos a sair com um bom removedor de maquiagem e um alfinete no bolso pra não perdemos o melhor de nossas vidas por alguma besteira. Palhaço e bexiga podem ter sido os exemplos mais bobos que eu tenha pensado até agora... Mas parar alguns minutos de sua vida pra pensar no que ainda nem aconteceu, se projetando e perdendo oportunidades de viver novas experiências por um medo deveria ser considerado bem mais bobo que meu exemplo.
3 comentários:
pés no chão.respira fundo.descarta o medo.segue em frente.
ou então me liga e a gente muda de assunto, depois a gente encara a vida de novo HAHAHAHA
gostei bastante desse teu texto, lembro de ter lido da primeira vez que vim aqui. é daqueles textos que a gente terminar de ler e pensa: é mesmo. parabéns! ;*
Obrigada!! Seu blog também está de parabéns! =*
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