Não é porque hoje é o dia do amor que eu tenho que falar sobre casais apaixonados tomando uma água de coco na beira da praia olhando o sol se por, né? Porém, é impossível ingnorar o sentimento mais lindo e sublime do mundo. Só estou evitando a mesma roupagem clichê para o sentimento que de fato move a minha vida: ahh, o amor!...
Hoje, mesmo que instintivamente, eu sabia de alguma forma que meu dia não poderia ser comum. E eu não tô falando porque foi o último dia de aula no curso de Cad e eu tive que fazer prova (hahaha...) Se bem que isso não deixa de tornar o dia diferente! Afinal, foram dois meses vendo as mesmas pessoas todos os dias, convivendo e deixando na memória bem mais do que mero conhecimento científico.
Eu falava porém, de uma decisão "boba" que me deixou muito mais do que emocionada hoje (e olha que eu nem sabia que era o dia do amor até o então momento!): "Vamos visitar a nossa antiga escola?" Sabe, estavamos passando ali pelo centro de bobeira depois da prova, gastando nossas solas de sapato, torrando os cabelos no sol... O que custava recordar onde passamos tanto tempo de nossas vidas? Nada, de fato.
Fui dominada por um turbilhão de emoções, juro que até me espantei. Nunca imaginei que eu fosse me emocionar tanto assim ao entrar em um lugar depois de um certo tempo. Tudo bem, não era um lugar qualquer, foi o lugar que eu passei 11 anos da minha vida, onde eu aprendi muito do que sei hoje, onde eu caí, ganhei arranhãoes, levei broncas, brinquei, construi amizades, obtive conhecimento e afins... Não era um lugar comum. Era um "simples" espaço físico que continha todas as fases de mim.
Aquela escada, hoje abandonada, que já foi o "lar" da minha família em uma brincadeira, aquela árvore que já foi o centro de muitas artes para conseguir um fruto, aquela sala que outrora parecia ter um tamanho muito maior, aquele banheiro que era mal assombrado e hoje de mais assustador tinha o meu rosto no espelho (a loira do banheiro! hahahaha Vai lá, da medo.), aquela sala onde eu recebi cuidados pelas coisas que aprontava, aquele lugar que você disputava todo intervalo pra ficar lá porque era mais legal. Aquilo tudo que foi você por muitos anos... E ainda tinha aquele cheiro de vida.
E quem sabe eu nunca fosse perceber isso tudo se não tivessemos resolvido dar uma volta depois da aula. Eu, minha amiga de infância e um novo amigo resgatando e "criando novas memórias". Aliás, criando novas memórias foram as palavras usadas pela minha amiga em um momento casual do dia que entraram na minha mente como poesia. De fato o que estavamos fazendo era criando memórias, memórias que poderiam ser exaltadas futuramente em uma simples decisão como a que tivemos hoje passando por uma rua despreocupados com qualquer outra coisa.
Há quem espere muito mais por "amor", me sinto satisfeita. Esse pequeno ser sentimental não conseguiria ficar quieto no dia do amor sem falar com imenso carinho daqueles que semeiam memórias dentro do meu coração enchendo a minha vida da mais pura alegria por simplismente amar.
Feliz dia do amor!
Hoje, mesmo que instintivamente, eu sabia de alguma forma que meu dia não poderia ser comum. E eu não tô falando porque foi o último dia de aula no curso de Cad e eu tive que fazer prova (hahaha...) Se bem que isso não deixa de tornar o dia diferente! Afinal, foram dois meses vendo as mesmas pessoas todos os dias, convivendo e deixando na memória bem mais do que mero conhecimento científico.
Eu falava porém, de uma decisão "boba" que me deixou muito mais do que emocionada hoje (e olha que eu nem sabia que era o dia do amor até o então momento!): "Vamos visitar a nossa antiga escola?" Sabe, estavamos passando ali pelo centro de bobeira depois da prova, gastando nossas solas de sapato, torrando os cabelos no sol... O que custava recordar onde passamos tanto tempo de nossas vidas? Nada, de fato.
Fui dominada por um turbilhão de emoções, juro que até me espantei. Nunca imaginei que eu fosse me emocionar tanto assim ao entrar em um lugar depois de um certo tempo. Tudo bem, não era um lugar qualquer, foi o lugar que eu passei 11 anos da minha vida, onde eu aprendi muito do que sei hoje, onde eu caí, ganhei arranhãoes, levei broncas, brinquei, construi amizades, obtive conhecimento e afins... Não era um lugar comum. Era um "simples" espaço físico que continha todas as fases de mim.
Aquela escada, hoje abandonada, que já foi o "lar" da minha família em uma brincadeira, aquela árvore que já foi o centro de muitas artes para conseguir um fruto, aquela sala que outrora parecia ter um tamanho muito maior, aquele banheiro que era mal assombrado e hoje de mais assustador tinha o meu rosto no espelho (a loira do banheiro! hahahaha Vai lá, da medo.), aquela sala onde eu recebi cuidados pelas coisas que aprontava, aquele lugar que você disputava todo intervalo pra ficar lá porque era mais legal. Aquilo tudo que foi você por muitos anos... E ainda tinha aquele cheiro de vida.
E quem sabe eu nunca fosse perceber isso tudo se não tivessemos resolvido dar uma volta depois da aula. Eu, minha amiga de infância e um novo amigo resgatando e "criando novas memórias". Aliás, criando novas memórias foram as palavras usadas pela minha amiga em um momento casual do dia que entraram na minha mente como poesia. De fato o que estavamos fazendo era criando memórias, memórias que poderiam ser exaltadas futuramente em uma simples decisão como a que tivemos hoje passando por uma rua despreocupados com qualquer outra coisa.
Há quem espere muito mais por "amor", me sinto satisfeita. Esse pequeno ser sentimental não conseguiria ficar quieto no dia do amor sem falar com imenso carinho daqueles que semeiam memórias dentro do meu coração enchendo a minha vida da mais pura alegria por simplismente amar.
Feliz dia do amor!
4 comentários:
Como sempre, escrevendo bem. Gostei do texto por ter me dado certas lembranças também :) mas... alto lá XD
Owww, coisa mais fofa! Deu uma saudade de todos os lugares que a aleatoriedade já me levou.
Quem sabe um dia eu saia em busca desse velho desconhecido. ^^
Tu é sentimentalista a veras, minha querida. ;*
Amiga, caindo de vez logo no velho clichê : "O amor é lindo".
Quem dera todas as pessoas do mundo tivessem a sua percepção sobre esse nobre sentimento.
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