Todo mundo já deve ter ouvido falar em sinceridade, certo? E talvez já tenham escutado algumas histórias sobre a origem da mesma... Como quem conta um conto sempre aumenta um ponto, nessa história sobre sinceridade não podia ser diferente. Porém, ninguém discorda que “Sincera” tem origem do latim, e começou a ser usada na Roma Antiga com a competência de “Sine-cera”.
Alguns falam que os romanos faziam esculturas de metal, e muitas vezes por trás daquelas esculturas existiam mensagens ocultas, ou simplesmente imperfeições que os escultores desejavam esconder. Para tal, os mesmos cobriam as mensagens ou imperfeições com retoques de cera. Então, quem recebia uma escultura de metal esquentava a mesma para observar aquilo que o autor escondia, vendo a escultura “Sine-cera”, sem cera, em sua forma natural, verdadeira.
Já outros dizem que os romanos tinham o costume de fabricar vasos de cera, e às vezes como a cera utilizada era tão pura e perfeita era possível observar objetos colocados no interior do vaso. Então, quando o vaso era fino, límpido, delicado, de uma qualidade perfeita, costumava-se dizer que o vaso parecia não ter cera, “Sine-cera”, que deixava ver através de suas paredes.
Fazer uma viagem no histórico sobre sinceridade me deixa bem pensativa. Pois até antes, quando “sincero” era uma qualidade dada meramente a objetos ela parecia ter um valor maior... Atualmente sendo algo completamente humano está desfigurado e arriscaria dizer até sem sentido. Tenho imenso desejo de que o homem se torne humano de fato, que isso não seja apenas um nome.
Acredito que quando o homem deixar de ser apenas "homo sapiens" e passar a viver e sentir como humano de fato, passará a entender o mais elevado sentido de sincero. Sine-cera, sem cera, fino, límpido, delicado, perfeito, em sua forma natural, verdadeiro, que deixa ver através de suas paredes. “Que manifesta sinceridade, que exprime o que pensa e sente, sem disfarce ou artifício. Que é dito ou feito de modo franco. Puro, cordial, franco, leal, verdadeiro”.
Alguns falam que os romanos faziam esculturas de metal, e muitas vezes por trás daquelas esculturas existiam mensagens ocultas, ou simplesmente imperfeições que os escultores desejavam esconder. Para tal, os mesmos cobriam as mensagens ou imperfeições com retoques de cera. Então, quem recebia uma escultura de metal esquentava a mesma para observar aquilo que o autor escondia, vendo a escultura “Sine-cera”, sem cera, em sua forma natural, verdadeira.
Já outros dizem que os romanos tinham o costume de fabricar vasos de cera, e às vezes como a cera utilizada era tão pura e perfeita era possível observar objetos colocados no interior do vaso. Então, quando o vaso era fino, límpido, delicado, de uma qualidade perfeita, costumava-se dizer que o vaso parecia não ter cera, “Sine-cera”, que deixava ver através de suas paredes.
Fazer uma viagem no histórico sobre sinceridade me deixa bem pensativa. Pois até antes, quando “sincero” era uma qualidade dada meramente a objetos ela parecia ter um valor maior... Atualmente sendo algo completamente humano está desfigurado e arriscaria dizer até sem sentido. Tenho imenso desejo de que o homem se torne humano de fato, que isso não seja apenas um nome.
Acredito que quando o homem deixar de ser apenas "homo sapiens" e passar a viver e sentir como humano de fato, passará a entender o mais elevado sentido de sincero. Sine-cera, sem cera, fino, límpido, delicado, perfeito, em sua forma natural, verdadeiro, que deixa ver através de suas paredes. “Que manifesta sinceridade, que exprime o que pensa e sente, sem disfarce ou artifício. Que é dito ou feito de modo franco. Puro, cordial, franco, leal, verdadeiro”.
3 comentários:
melhor texto que eu ja li teu hahahaha, tu devia até mandar pra Marineis HAHAHA
gostei muuuuito !!!!
muito interessante esse texto. incrivel a historia que uma palavra esconde...
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